Publicado por: Erick Guerra | Novembro 4, 2008

Referência

Aquele velho conhecido chiado anunciava que logo começaria a musica. Eu deitado no sofá com um sorriso bobo que a muito não sabia como era, pensava no que tinha acontecido aquela manhã. Eu podia ouvir a agulha atritando com o disco de vinil. Na segunda faixa do lado B, Cazuza começou a cantar “Mulher sem razão” e isso me fez afundar ainda mais em meus pensamentos. De manhã, me redescobir completo.

Entre pensamento, sugiu-me um sobre o que ocorreu na noite do dia em que chegara. Já tocava ”Filho único” e eu fui obrigado a discorda dele. Rio Preto se apresentou a mim de uma forma inesperada, se apresentou como um refúgio caso eu precisasse, e isso me fez tão bem. Talvez oito anos tenham se resolvido naquela conversa e naquele abraço. Enfim…


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